“Os maiores defeitos da moderna prosa portuguesa são a sua vaga pomposidade e a incapacidade de usar duas palavras quando é possível usar dez – por exemplo, número transforma-se em designação numérica.”
in Studies in Portuguese Literature, Aubrey F. G. Bell, Oxford, 1914.
Copiei esta citação do blogue rua da judiaria.
Este excesso de palavras também é visível nos livros técnicos/cientifícos, lembro-me que a leitura de um livro inglês, mesmo que traduzido, tornava a ciência mais clara, no livro Português parecia ouvir a voz do autor a dizer - calma, você sabe alguma coisa, mas o conhecimento é outra coisa, ainda não lhe é acessível.
É um pecado de dupla vaidade, por um lado exibe-se vocabulário, por outro, que nem toda a gente está apta a perceber-nos.
Já o fiz.
in Studies in Portuguese Literature, Aubrey F. G. Bell, Oxford, 1914.
Copiei esta citação do blogue rua da judiaria.
Este excesso de palavras também é visível nos livros técnicos/cientifícos, lembro-me que a leitura de um livro inglês, mesmo que traduzido, tornava a ciência mais clara, no livro Português parecia ouvir a voz do autor a dizer - calma, você sabe alguma coisa, mas o conhecimento é outra coisa, ainda não lhe é acessível.
É um pecado de dupla vaidade, por um lado exibe-se vocabulário, por outro, que nem toda a gente está apta a perceber-nos.
Já o fiz.
